Noticias no maranhão e no mundo

Maranhão deve receber 1.450% a mais de recursos do MTur do que o Rio de Janeiro



O Maranhão é o estado que mais recebeu atenção do Ministério do Turismo, de acordo com convênios publicados este ano. A pasta, que está em crise após a Operação Voucher prender 36 pessoas suspeitas de desviar recursos destinados ao treinamento de profissionais do turismo no Amapá, é comandada pelo maranhense Pedro Novais (PMDB).

A partir dos novos contratos, está previsto que a região receba, por exemplo, cerca de 1.450% a mais de recursos previstos do que o Rio de Janeiro. Os maranhenses podem ser beneficiados, se todos os convênios forem cumpridos, com mais de R$ 66,6 milhões, enquanto que o estado fluminense pode receber aproximadamente R$ 4,3 milhões. Segundo o site Contas Abertas, que obteve os dados junto ao Portal da Transparência, do Ministério do Planejamento, o estado é o principal destino de investimentos em convênios até o momento: cerca 13,2% do total.
Os estados do Amapá e Roraima são os únicos que não celebraram qualquer convênio junto ao Ministério do Turismo publicado em 2011. Atrás do Maranhão, o estado de São Paulo é segundo com mais investimentos em novos contratos: R$ 55,3 milhões.
A assessoria de imprensa do Ministério do Turismo questionou, no entanto, o valor de R$ 66, 6 milhões. E diz, sem saber justificar o levantamento do Portal Transparência, qual o valor dos convênios publicados este ano entre a pasta e o estado. Em entrevista por telefone, a assessoria informou que foram assinados dois novos convênios para o Maranhão em 2011, num total de R$ 22,8 milhões.
Algumas obras que contam com a contribuição do ministério no Maranhão chamam atenção por um aspecto: elas são de infraestrutura urbana. Para um órgão do Executivo que cuida do turismo, o fato é curioso. Dos 42 convênios publicados neste ano, 12 são para pavimentação asfáltica, 10 para construção ou reforma de praças públicas, nove para urbanização e um para construção de ponte no município de Barra do Corda-MA. Os demais são destinados a pequenos restauros de centros turísticos do estado. 

Um convênio de R$ 20 milhões já assinado, por exemplo, irá financiar uma das principais promessas de campanha da aliada de Novais, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB): a Via Expressa de São Luís, que ligará duas avenidas da capital maranhense. A ligação mais forte entre a obra da Via Expressa e o turismo em São Luís é a intenção de Roseana inaugurar a nova avenida, de 5,3 quilômetros de extensão, no aniversário de 400 anos da cidade, em 8 de setembro do ano que vem. Para isso, dividiu a obra em três lotes que, somados, custarão R$ 109 milhões.

Sobre o tipo de obra que conta com a contribuição da pasta, a assessoria do Turismo respondeu por e-mail:
" Por meio do macroprograma Infraestrutura Pública, o Ministério do Turismo desenvolve o turismo provendo os municípios de infraestrutura adequada para a expansão da atividade turística por meio de obras de acesso, sinalização turística, recuperação de patrimônio histórico entre outras ", define o correio eletrônico.


Antes de começar a primeira sessão já tinha fila para comprar ingressos para as sessões seguintes
Os ingressos para a estréia do último filme da saga de Harry Poter – Harry Potter e as Relíquias da Morte II – que estréia na sexta-feira (15), começaram ser vendidos na terça-feira (12), na quarta-feira (13) já estavam esgotados.
Começou a formar fila às 10 horas, porém a sessão estava marcada para as 14h. Muitos dos adolescentes foram caracterizados com o cachecol da Grifinória (Gryffindor), o time do protagonista, Harry Potter, na escola de Magia e Bruxaria Hogwarts.

Fã de carteirinha ela tem todos os livros, os filmes e inclusive o Cachecol da Grifinória, comprado no parque em Orlando durante uma viagem feita em 2010. Carolina afirma que durante a semana assistiu novamente todos os sete filmes para recordar a história. “Eu já assisti pelo menos 10 vezes cada um”.
Foto: Mariana Serafini/Clickfoz
Carolina Azeredo é fã do pequeno bruxo desde a infância, fez questão de ir caracterizada com o cachecol da Grifinória

Pouco antes de começar a primeira sessão ainda tinha ingressos para as sessões seguintes 16h30, 19h e 21h30. O filme está sendo exibido no Cataratas JL Shopping em 3D nas versões legendado e dublado.

A obra – a escritora britânica J. K Rowling começou a escrever a saga do pequeno bruxo Herry Potter em um café que freqüentava sem imaginar o sucesso que a história faria.

O primeiro livro da saga é Harry Potter e a Pedra Filosofal (30 de julho de 1997), seguido de Herry Poter e a Câmara Secreta (2 de julho de 1998), Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (8 de julho de 1999), Harry Potter e o Cálice de Fogo (8 de julho de 2000), Harry Poter e a Ordem da Fênix (21 de junho de 2003), Harry Potter e o Enigma do Príncipe (16 de junho de 2005) e Harry Potter e as Relíquias da Morte (21 de julho de 2007).

Desde o primeiro livro a história é um sucesso no mundo todo. Já foi traduzida para 67 idiomas e vendeu mais de 450 milhões de exemplares até julho de 2011. Dois anos depois do grande sucesso, em 1999 a escritora vendeu os direitos para a gravação do primeiro filme, que desde então lota salas de cinema no mundo todo.




Rafaela Fontenele

Rafaela Fontenele

Cientista desenvolve vacina contra meningite

Sexta-feira, 15 de julho de 2011 Cientista desenvolve vacina contra meningiteSegundo informações do dia 13 de julho deste ano da revista Science Translational Medicine, pesquisadores em Washington desenvolveram uma nova vacina hábil no combate de 300 cepas de meningococo B, o patogênico bacteriano que causa a meningite. O grupo, conduzido pelo microbiólogo Rino Rappuoli, garante que até agora o desenvolvimento de uma vacina amplamente protetora foi "difícil", já que há "inúmeras cepas da bactéria circulando". A causa da meningite se dá por diferentes microorganismos. Os grupos A, C, W-135 e E podem ser neutralizados com vacina. Enquanto, o meningococo B, que é o mais comum e mais difícil de controlar, por isso focaram neste tipo de bactéria. Problemas de aprendizagem, perda de audição e dano cerebral são uma das frequentes constatações da doença e os enfermos podem até morrer, neste sentido o motivo de preocupação cresce perante a saúde pública em nível global, especialmente em crianças, as mais vulneráveis. O chefe de pesquisa do departamento de vacinas da multinacional farmacêutica Novartis (Rappuoli), e sua equipe desenvolveram 54 imunógenos (substâncias capazes de desencadear uma resposta das defesas imunológicas do organismo) que foram testadas em ratos. Depois de vários testes em animais para ver se o imunógeno incitou a criação de anticorpos, depois de serem expostos a diversas cepas de meningococo B, os pesquisadores focaram em oito que apresentaram a melhor resposta. Rappuoli e seu grupo obtiveram com precisão o imunógeno mais eficaz (chamado G1), capaz de induzir anticorpos que podem eliminar todas as cepas de meningococo B, o que indica que o G1 pode ser aproveitado para produzir uma vacina amplamente protetora. "O desenvolvimento de vacinas universais capazes de proteger contra todas as variantes naturais de patogenias que mutam com frequência como a gripe, a malária, o HIV e o meningococo é um dos principais desafios da ciência moderna", explicou o pesquisador. 

Escândalo pode levar Murdoch a medidas extremas para salvar império.

Os danos ao império de mídia multibilionário de Rupert Murdoch, News Corporation, já são muito maiores do que muitos teriam imaginado há apenas duas semanas. O tabloide News of the World - jornal mais lido da Grã-Bretanha - foi fechado, para evitar um boicote de adversários e leitores.
Sob pressão de todo o espectro político britânico, Murdoch também abandonou seus planos de comprar a totalidade das ações da British Sky Broadcasting (BSkyB) - maior operadora de televisão do país.
E nesta sexta-feira ele viu Rebekah Brooks pedir demissão do cargo de presidente-executiva da subsidiária News International - exatamente a executiva que ele disse de forma explícita querer manter no cargo.
Agora os negócios de Murdoch enfrentam investigações na Grã-Bretanha e potencialmente nos EUA e na Austrália, o que pode levar a revelações que manchem ainda mais sua reputação.
Então, para onde vai a News Corporation?
The Sun on Sunday
Pouco antes de o fechamento do News of the World ter sido anunciado, a empresa de Murdoch, News International, comprou o domínio de internet sunonsunday.co.uk.
Partindo da premissa de que o escândalo de grampos aumente ainda mais, publicar o tabloide The Sun sete dias por semana seria uma medida bastante lógica.
O tabloide de Murdoch já é o jornal mais lido da Grã-Bretanha por uma margem significativa. O Sun tem uma equipe editorial pronta para assumir, e a News International está tentando contratar de volta a equipe do News of the World.
E o negócio é rentável.
O News Group Newspapers - que controla o Sun e controlava o News of the World - lucrou cerca de R$ 218 milhões até junho de 2010, uma pequena fração dos R$ 4 bilhões líquidos da News Corp no mesmo período.
Mas a News International não vai se apressar, de acordo com a consultora de mídia Theresa Wise.
"Pareceria muito, muito cínico...apenas o News of the World com outro nome", diz ela, sugerindo que o período antes do Natal seria uma hora melhor para a manobra.
Venda da News International
Alguns argumentam que a importância dos jornais britânicos de Murdoch - que também incluem o Times e o Sunday Times - não é a de um centro de lucros. Na verdade, afirmam, trata-se de uma fonte de influência sobre a opinião pública e políticos.
E, deste ponto de vista, seu valor para a News Corp pode já ter sido destruído pelo escândalo de grampos.
A crise já ameaça se espalhar para outros títulos da News International, com o ex-premiê Gordon Brown acusando o Sunday Times de contratar criminosos para atingi-lo pessoalmente - algo negado pela companhia.
Há rumores de que toda a empresa poderia ser posta à venda.
Mas, como afirma o editor de economia da BBC Robert Peston, o escândalo danificou toda a indústria de jornais da Grã-Bretanha, tornando a News International menos atraente para compradores em potencial.
"A questão é, quem vai pagar o preço que eles valem? Ele não vai querer vender os jornais na baixa".
Propriedade da BSkyB
O futuro da BSkyB está em aberto desde que Murdoch abandonou sua tentativa de adquirir a totalidade das ações da emissora por satélite britânica.
A empresa se tornou um negócio maduro, lucrativo, com ganhos de R$ 2,3 bilhões em 12 meses até março deste ano.
Se tudo sair bem para o magnata da mídia, ele pode tentar dar o lance novamente dentro de um ou dois anos.
"A família Murdoch é muito boa em jogar a longo prazo", diz Wise.
Mas as coisas podem piorar para a News Corp.
Se a polícia incriminar os gerentes da News Corp nos próximos meses, o órgão regulador de telecomunicações britânicos Ofcom pode considerar que a empresa não tem mais como ter uma licença para funcionar na Grã-Bretanha.
Neste caso, a empresa de Murdoch pode ser forçada a entregar o controle da companhia que co-fundou, e da qual retém 39% das ações.
Investigações britânicas
A News Corp enfrenta investigações formais em tres níveis na Grã-Bretanha.
Um comitê do Parlamento convocou Rebekah Brooks, assim como Rupert Murdoch e seu filho James, a testemunhar sob ameaça de perjúrio. Os três concordaram em comparecer.
O pior que a News Corp pode esperar das audiências é a humilhação pública.
Uma nova investigação política sobre escuta ilegal e pagamentos a policiais pode resultar em acusações criminais contra empregados do News of the World.
Ainda mais grave, a investigação pode se espalhar para além do News of the World e atingir outros jornais do grupo.
Mas o maior desafio à News Corp vem do inquérito público liderado pelo juiz Leveson. O processo pode resultar em um endurecimento das regras que governam o comportamento, a propriedade e a regulamentação da mídia na Grã-Bretanha.
Em particular, o governo pode legislar para limitar o controle de uma empresa sobre várias mídias, algo que, de acordo com a analista Claire Enders, pode ferir a News Corp em particular.
Investigações em outros países
Uma ameaça ainda maior à News Corp pode estar aumentando nos EUA, onde o escândalo de grampos teve enorme repercussão. Congressistas americanos republicanos e democratas pediram dois inquéritos criminais:
1. O FBI (polícia federal americana) deve investigar se cidadãos dos EUA foram vítimas de escuta ilegal pelo News of the World, violando a lei
2. O Departamento de Justiça deve decidir se o pagamento de propinas à polícia britânica significaria que a News Corp - como empresa americana - violou leis anticorrupção.
A grande pergunta é se as investigações se traduzirão em ameaça à licença da News Corp, como aconteceu na Grã-Bretanha. Cerca de um terço do lucro da News Corp vem da TV americana.
"O negócio da TV nos EUA é de grande e crescente lucro para a companhia", diz Alan Gould, da empresa de investimento Evermore Partners.
A premiê australiana Julia Gillard considera se abre seu próprio inquérito sobre a regulamentação da propriedade e da mídia.
A administração
O escândalo já cobrou várias vítimas, incluindo Andy Coulson - duas vezes - primeiro como editor do News of the World em 2007, depois como diretor de comunicações do premiê David Cameron, este ano.
Rupert Murdoch foi acusado de fechar o News of the World para salvar Rebekah Brooks. Mas ela pediu demissão do cargo de presidente-executiva da News International nesta sexta-feira. Muitas das manobras de Murdoch durante o escândalo foram vistas como tentativas de protegê-la. Mesmo a posição do filho de Murdoch e aparente herdeiro, James, pode estar ameaçada, com acionistas pedindo que ele seja retirado do cargo de presidente da BSkyB. "Vivemos em uma cultura em que as pessoas no topo, culpadas ou não, carregam a culpa", diz Claire Enders.
Mudanças no comando
Murdoch tem 80 anos. Se seu filho James conseguir controlar a situação, Murdoch poderá abrir caminho para ele.
No entanto, há movimentos para tentar reduzir o controle da família Murdoch sobre a empresa.
Um grupo de acionistas da News Corp está processando executivos da empresa, acusando-os de nepotismo por pagar mais do que o valor de mercado pela compra da Shine Group, uma empresa de produção de TV britânica, de propriedade da filha de Murdoch Elisabeth


IBGE mostra queda na migração entre regiões do Brasil

Estudo indica que saiu mais gente do que entrou no Sudeste; no Nordeste, número de retirantes diminuiu em dez anos


São Paulo - As metrópoles não são mais o principal destino do fluxo migratório entre as regiões brasileiras e essa mobilidade diminuiu na última década, aponta pesquisa divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as principais mudanças, estão a perda de capacidade de atração populacional da região Sudeste, que apresentou saldo negativo no período, e a diminuição no número de pessoas que deixam o Nordeste.
Os dados mostram que o número de migrações entre regiões vem apresentando queda. De 1995 a 2000, 3,3 milhões de pessoas deixaram a região em que viviam. O número caiu para 2,8 milhões, entre 1999 e 2004, e chegou a 2 milhões no intervalo de 2004 a 2009.
A região Sudeste, entre 2004 e 2009, teve mais gente partindo do que chegando (saldo de negativo de 12,4 mil) e o Nordeste, de onde saía boa parte de pessoas em busca de melhores condições de vida em outros estados do país, a perda de população ocorreu em escala mais de três vezes menor. A região saiu de um déficit migratório de 764 mil pessoas em 2000 para 187 mil em 2009.
Bahia e Maranhão continuam sendo estados dos quais muitos habitantes saem. O principal destino dos emigrantes maranhenses é o Pará, enquanto a maioria dos baianos (56%) vai para São Paulo.
A migração do Nordeste para o Sudeste, intensa durante o século XX, enfraqueceu desde 1995. Em 2000, quase 1 milhão de pessoas deixaram o Nordeste rumo ao Sudeste. De 2004 a 2009, o número recuou para 548 mil e 444 mil, respectivamente.

Metrópoles deixam de ser principal destino

A pesquisa mostra que, apesar de concentrarem 30% da população do país, as grandes metrópoles não são mais o principal destino dos emigrantes. Das cidades com altas taxas de crescimento populacional influenciadas também pelo fluxo migratório (o equivalente a 8% do total de municípios brasileiros), nenhuma tem mais de 500 mil habitantes. De acordo com o levantamento, o crescimento dessas cidades tem sido observado nos últimos 30 anos, mas ficou mais evidente no último censo demográfico.
A cidade de São Paulo, por exemplo, viu cair pela metade o número de migrantes recebidos na última década. Em 2000, o maior município do país havia recebido 1,2 milhão de novos imigrantes ao longo dos cinco anos anteriores. Em 2004, o número caiu para 832 mil e chegou a 535 mil em 2009 – número 43,7% menor do que o do início do período.
Por outro lado, as cidades com população de até 10 mil habitantes (27% dos municípios do país) perderam moradores. Segundo o IBGE, essas localidades têm o Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas e bens produzidos – muito baixo e pouco dinamismo econômico, o que estimularia a migração por melhores condições de vida.
A publicação “Deslocamentos Populacionais no Brasil” é uma coletânea de estudos sobre mobilidade populacional que analisa os movimentos migratórios no Brasil entre 1995 e 2000 (com dados do Censo 2000) e nos períodos 1999/2004 e 2004/2009, a partir de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Avião cai na zona sul do Recife e deixa 16 mortos



Diário de Pernambuco
Publicação: 13/07/2011 09:24 Atualização: 13/07/2011 13:08










 (Google Maps/Reprodução)
Dezesseis pessoas morreram na queda de um avião no início da manhã de hoje em Boa Viagem, zona sul do Recife. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou nove unidades para o local. Confira galeria de fotos do acidente

De acordo com a Infraero, a aeronave da empresa Noar deixou o Aeroporto Internacional dos Guararapes às 6h51 com destino a Mossoró, no Rio Grande do Norte com escala na capital Natal, com dois tripulantes e 14 passageiros a bordo.

O acidente aconteceu na avenida Boa Viagem em um terreno nas proximidades do II Comar, depois do Parque Dona Lindu, onde geralmente são armados circos. O trânsito no local é bastante complicado.

De acordo com as primeiras informações, a avião pegou fogo após chegar ao solo. Logo após a decolagem, com quatro minutos de voo, o piloto teria informado à torre de controle que estava com problemas e que faria um pouso forçado.

O empresário Geraldo Jorge, um dos representantes da empresa de aviação, informou que neste momento a empresa está cuidando do atendimento às famílias das vítimas para então se pronunciar sobre o acidente. A empresa começou a atuar em junho do ano passado interligando inicialmente Maceió, Recife e Aracaju.

A aeronave que caiu esta manhã no Recife é um LET/410, um bimotor turboélice, fabricado pela empresa Let Aircraft, da República Checa, com capacidade para transportar até 19 passageiros.

Equipes de investigação de acidentes aéreos da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto de Medicina Legal (IML) estão no local. Há suspeitas de que mais duas pessoas morreram. Segundo representantes da Aeronáutica, no local do acidente, o piloto seria o brigadeiro reformado da Aeronáutica Rivaldo e o copilto foi identificado como Gonçalves.

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48,30% dos alunos do ensino médio do MA não tem idade compatível com a série cursada

Publicação: 13/07/2011 12:32 Atualização: 13/07/2011 13:36

O percentual de estudantes que estão atrasados na escola é maior nos estados do Norte e Nordeste. No Pará por exemplo, quase 40% (39,90%) dos alunos do ensino fundamental não cursam a série adequada para sua idade, enquanto a média nacional é de 23,6%. O estado da região Norte é o líder brasileiro da estatística negativa.

Infelizmente o indicador também aponta sérios probelmas no Maranhão. No estado, a distorção na idade dos alunos que cursam o ensino fundamental é grande e chega a 30,50% de crianças que não estão na série compatível com a idade.

Os problemas educacionais não se encontram somente no ensino fundamental maranhense. No ensino médio a problemática é bem maior, com 48,30% dos estudantes que estão com idade avançada para a série que cursa.

Além de Pará e Maranhão, Bahia e Sergipe também têm altos índices: 38,1% e 37,9%, respectivamente.

Legislação
Pela legislação que organiza a oferta do ensino no país, a criança deve ingressar aos 6 anos no 1° ano do ensino fundamental e concluir a etapa aos 14. Na faixa etária dos 15 aos 17 anos, o jovem deve estar matriculado no ensino médio.

De 2008 a 2010, o percentual de alunos que não estão na série adequada registrou leve alta. A taxa passou de 22,1% no ensino fundamental, em 2008, para 23,6% em 2010. No ensino médio, o percentual era de 33,7% em 2008 e foi e chegou a 34,5% no ano passado.

Taxas baixas
Na outra ponta, o estado com a menor taxa de distorção idade-série no ensino fundamental é São Paulo: 8,4% dos alunos desta etapa não cursam a serie adequada a sua idade. Em seguida aparecem Paraná (14,8%) e Santa Catarina (15,2%). As três unidades da federação também têm os menores índices no ensino médio, sendo os estudantes catarinenses os com melhor resultado: 16,4% estão atrasados na escola.

Taxa de distorção
As taxas de distorção idade-série do Censo Escolar 2010 é o indicador que mede a proporção de alunos que não está matriculada na série indicada à faixa etária.

Confira as taxas de distorção idade-série por estado:

ENSINO FUNDAMENTAL

São Paulo - 8,40%

Paraná - 14,80%

Santa Catarina - 15,20%

Distrito Federal - 17,90%

Mato Grosso - 18,30%

Minas Gerais - 19,30%

Espírito Santo - 20,60%

Goiás - 21,70%

Rio Grande do Sul - 22,60%

Roraima - 22,80%

Tocantins - 22,80%

Ceará - 25,50%

Rondônia - 26,90%

Mato Grosso do Sul - 27,00%

Amapá - 27,10%

Rio de Janeiro - 28,00%

Acre - 29,10%

Pernambuco - 29,70%

Maranhão - 30,50%

Rio Grande do Norte - 31,10%

Paraíba - 34,50%

Piauí - 34,80%

Alagoas - 35,40%

Amazonas - 35,80%

Sergipe - 37,90%

Bahia - 38,10%

Pará - 39,90%

ENSINO MÉDIO

Santa Catarina - 16,40%

São Paulo - 18,10%

Roraima - 23,50%

Paraná - 23,90%

Espírito Santo -25,10%

Distrito Federal - 29,40%

Rondônia - 30,30%

Rio Grande do Sul - 30,50%

Minas Gerais - 31,30%

Mato Grosso do Sul - 33,10%

Goiás - 33,60%

Tocantins - 34,20%

Ceará - 34,70%

Mato Grosso - 35,50%

Acre - 36,30%

Paraíba - 41,70%

Amapá - 42,60%

Rio de Janeiro - 43,50%

Rio Grande do Norte - 45,40%

Maranhão - 48,30%

Pernambuco - 49,10%

Alagoas - 49,40%

Bahia - 49,70%

Amazonas - 51,00%

Sergipe - 51,60%

Piauí - 56,70%

Pará - 59,20%

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Pagot diz que problemas no Dnit são estruturais e vêm de longa data

Publicação: 13/07/2011 12:21

 (Paulo de Araújo/CB/D.A Press)
O diretor-geral afastado do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, disse nesta quarta-feira (13/7) que a burocracia nas licitações é a principal responsável pela demora nas obras de infraestrutura no país, especialmente nas 1.156 obras em rodovias federais sob a responsabilidade do órgão atualmente.

"Não é mais possível esperar dois, três anos para se licitar uma obra no Brasil", disse ao participar de audiência pública na Câmara para explicar as denúncias de esquema de corrupção e superfaturamento de obras no Ministério dos Transportes e no Dnit. "Tem obra hoje que as condicionantes ambientais, pasmem, custam 22% do valor da obra", completou.

Para Pagot, os problemas do Dnit são "graves e estruturais" e vêm de longa data. "Vem do DNER [Departamento Nacional de Estradas de Rodagem], de uma estrutura velha, há falta de funcionários, de computadores."

Ele foi convidado para falar sobre as denúncias de corrupção que envolvem o Dnit e o Ministério dos Transportes. Ontem (12), no Senado, Pagot também falou sobre o assunto. Negou que o Dnit seja um "feudo" do Partido da República (PR), ao qual é filiado.

O ex-ministro Alfredo Nascimento também foi convidado para a audiência pública, mas informou, por meio do líder de seu partido, o PR, que irá falar somente da tribuna do Senado, no retorno do recesso parlamentar em agosto. "Ele está pronto para esclarecer", disse Lincoln Portela (PR-MG).


Denúncia de agiotagem na Assembleia repercute nacionalmente

13/07/2011 09:47h
Agiotagem – Para conseguir se eleger, um candidato a qualquer cargo público já sabe que terá de gastar muito dinheiro. E consequentemente terá de assumir pesados compromissos financeiros com cabos eleitorais ao longo da campanha. Boa parte desse dinheiro não aparece na prestação de contas encaminhada à Justiça Eleitoral, assim como suas fontes de recursos.
Os empréstimos contraídos fora do sistema financeiro foi a saída encontrada pelos candidatos para financiar os gastos de campanha. Assim, a figura do agiota tornou-se tão comum nos comitês que acabou sendo indispensável para movimentar a engrenagem eleitoral.
No Maranhão, um escândalo estadual ganhou contorno de intrigas e desconfianças, depois que denúncias na Assembléia Legislativa apontaram a negociação de recursos de emendas parlamentares – estaduais e federais – como forma de pagamento dos empréstimos ilegais contraídos na campanha. O mesmo método pode estar sendo adotado em outros estados.
Nesta segunda-feira (11), a Assembleia Legislativa do Maranhão rejeitou a criação de uma comissão especial para apurar as denúncias, que já estariam sendo investigadas pela Polícia Federal. No início de maio, agentes federais perseguiram um notório agiota, Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan, que teria ligações com prefeitos e secretários municipais, movimentando R$ 25 milhões em sistema fraudulento e de desvio de dinheiro público.
Pacovan e outros personagens do subterrâneo financeiro receberiam como garantias os recursos de emendas parlamentares, especialmente nas rubricas de merenda escolar, distribuição de remédios e reforma de estradas vicinais. As denúncias do jornalista Décio Sá tomaram proporções, mas não convenceram os deputados estaduais maranhenses a criar a CPI. Valeu a máxima de preservar a própria espécie, ou como é conhecido no mundo da política, prevaleceu o espírito de corpo.
O requerimento foi apresentado pelo deputado Raimundo Cutrim (DEM), ex-delegado federal que por duas vezes foi secretário da Segurança Pública do Maranhão. Até mesmo Cutrim teria sido vítima de achaque. Para não deixar rastro, os agiotas (dois deles seriam deputados) exigiam contratos de gaveta ou garantias imobiliárias. A fonte de pagamento, no entanto, seria o dinheiro público. A venda das emendas teria um deságio de 30% a 50%, segundo se comentou nos corredores do Parlamento maranhense.
O ex-secretário de Segurança Pública pediu que a Casa criasse uma comissão especial para investigar a denúncia de má aplicação das emendas parlamentares nos municípios. Um dos meios apontados por Cutrim, segundo informou hoje o jornal “O Imparcial”, para que fosse realizada a apuração, seria através do levantamento das emendas parlamentares datadas a partir de 2006.
No mesmo pedido, Cutrim também fala de investigação de aplicação das verbas parlamentares pelas prefeituras. No documento elaborado pelo deputado há também referência a prefeitos que estariam utilizando notas fiscais falsas para comprovar conclusão de obras que jamais saíram do papel. Mais uma vez, não há um nome sequer, município ou órgão específico a ser investigado.
Segundo o jornal, há a prática corriqueira de “apadrinhamento” das emendas – quando os parlamentares da antiga legislatura e que não voltarão a ocupar a Casa deixam a cargo dos novos deputados a aplicação das verbas.


Servidores da Sefa denunciam abandono do Governo

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Sessenta servidores da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa) que trabalham no posto Itinga, localizado na fronteira com o Maranhão, na rodovia Belém-Brasília, denunciam o abandono do governo estadual com os funcionários. Servidores que preferiram não se identificar afirmaram que a Secretaria cortou a alimentação diária no restaurante, que não disponibiliza mais nem água, nem material de expediente e nem o café, já que eles também trabalham durante toda a noite.

“Não é impossível trabalhar sem comer. O restaurante está fechado desde o dia 1º de julho; uma empresa era contratada pela secretaria para fazer nossa alimentação”, explica um servidor. “Eles sempre davam a alimentação, porque somos de Belém e estamos aqui só para trabalhar. Só não passamos fome, porque amigos emprestam dinheiro, familiares mandam de Belém o dinheiro para que possamos comer alguma coisa na beira da estrada, em restaurante que são só moscas e poeira”, completa.

Os servidores contam que a única ajuda para alimentação que ainda têm é um benefício criado pelo governo da antiga governadora, Ana Júlia Carepa, no valor de apenas R$ 100,00. “Gastamos por dia R$ 40,00 com alimentação. E um consultor do governo chamado ‘Nava’ diz que os cem reais são suficientes”, afirma um dos servidores do posto.

O posto da Sefa no Itinga é responsável pela fiscalização de R$ 70% de toda a mercadoria que entra do estado do Pará. Os servidores afirmam que fiscalizam cerca de 15 a 20 mil notas fiscais todos os dias.

A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa da Sefa e com a Secretaria de Comunicação, mas, em ambos os órgãos, ninguém atende ao telefone. (DOL)